sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Consolidação dos débitos de Simples Nacional parcelados na RFB - 02/10/2014

Informamos que os débitos de Simples Nacional, parcelados no âmbito da Receita Federal do Brasil (RFB), estão em fase final de consolidação.

O serviço “Emissão de DAS Parcela Mínima” não está mais disponível. Durante o mês de outubro/2014 não será exigido o pagamento de parcela mínima.

No portal e-CAC, o serviço “Parcelamento de Débitos do Simples Nacional”, utilizado para registrar o pedido de parcelamento, continuará disponível até o dia 30/10/2014.

Juntamente com a consolidação, será implantado novo aplicativo de parcelamento, que estará disponível a partir de 03/11/2014.

O novo aplicativo permitirá a solicitação de parcelamento de débitos de Simples Nacional, a emissão do DAS da parcela, o acompanhamento e a desistência do pedido de parcelamento.

A partir de novembro, os contribuintes que possuem pedido de parcelamento deverão acessar o aplicativo “Parcelamento – Simples Nacional”, no portal do Simples Nacional, para a emissão do DAS da parcela.

Informações adicionais serão divulgadas ainda este mês.

SECRETARIA-EXECUTIVA DO COMITÊ GESTOR DO SIMPLES NACIONAL
Brasília, 19 de novembro de 2014

Reaberto prazo para adesão ao Refis da Copa

A Receita Federal informa que estará disponível até o próximo dia 1º de dezembro, no sítio http://www.receita.fazenda.gov.br, o aplicativo para adesão ao Refis da Copa, cujo prazo para pagamento à vista ou parcelamento de débitos foi reaberto pela Lei n° 13.043, publicada em 14 de novembro de 2014, e regulamentada pela Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 21/2014. 
Até o dia 1º de dezembro de 2014, os contribuintes poderão pagar ou parcelar em até 180 meses os débitos tributários junto à Receita Federal e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional vencidos até 31/12/2013, com os descontos e prazos especiais previstos no art. 1º da Lei n° 11.941/2009, conforme a seguinte tabela:
Forma de pagamento
Reduções
Multa de mora e de ofício
Multa isolada
Juros
Encargos
À vista
100%
40%
45%
100%
Em até 30 prestações
90%
35%
40%
100%
Em até 60 prestações
80%
30%
35%
100%
Em até 120 prestações
70%
25%
30%
100%
Em até 180 prestações
60%
20%
25%
100%
Nesse parcelamento a adesão está condicionada ao pagamento de antecipação equivalente a:
I – 5% se o valor total da dívida a ser parcelada for menor ou igual a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais);
II – 10% se o valor total da dívida a ser parcelada for maior que R$ 1.000.000,00 e menor ou igual a R$ 10.000.000,00;
II – 15% se o valor total da dívida ser parcelada for maior que R$ 10.000.000,00 e menor ou igual a R$ 20.000.000,00; e
V – 20% se o valor total da dívida a ser parcelada for maior que R$ 20.000.000,00.
O valor dessa antecipação deverá ser pago integralmente até o dia 1º de dezembro, que é o prazo final de opção.
Os débitos já parcelados de acordo com a versão original da Lei nº 11.941/2009 poderão ser reparcelados nesse novo regime.
A adesão ao parcelamento (ou ao pagamento à vista com utilização de prejuízo fiscal ou base de cálculo negativa da CSLL) deverá ser feita exclusivamente nos sítios da RFB ou da PGFN, na Internet, por meio de acesso ao Portal e-CAC, opção "Pagamento/Parcelamento Lei 12.996/14-débitos até 31/12/2013".
Os contribuintes que fizeram a opção pelo parcelamento ou pagamento à vista quando da primeira reabertura, instituída pela Lei n° 12.996/2014, não precisam fazer novas adesões para as modalidades às quais já tenha solicitado o benefício. No entanto, podem fazer opções para modalidades que ainda não tenham aderido.
A partir do mês janeiro de 2015 e enquanto não consolidada a dívida pela RFB e pela PGFN, cabe ao próprio contribuinte calcular e recolher o valor das prestações do parcelamento.
Do que adianta apontar os problemas sem sugerir soluções?
Frente a um problema, procure encontrar as melhores saídas 


Por: Renato Curi 

Assim como eu, certamente você já olhou para a empresa onde trabalha e quis que algo fosse diferente. Muito provavelmente, você já compartilhou dessas insatisfações com outras pessoas. Porém, há certos profissionais que possuem uma capacidade aguçada de reconhecer e listar facilmente todas as incoerências do ambiente no qual estão.

São pessoas que direcionam as conversas dos almoços e bate-papos mais descontraídos para os problemas da empresa, como o excesso de processos e lentidão para tomar decisões, diretores totalmente despreparados para estarem naquelas posições, política de benefícios aquém do que o mercado pratica, o chefe que não sabe fazer gestão de pessoas e a lista não para.

Como consultor em treinamento, tenho a possibilidade de conhecer inúmeras empresas e ambientes corporativos. Lembro-me que, no intervalo de uma semana, pude trabalhar com dois tipos distintos de empresas. Uma cuja reclamação principal era a falta de processos e ausência de planejamento e outra na qual o motivo das queixas era o excesso de processos e a burocracia. Em ambas, diversas pessoas se desmotivavam pelo cenário interno, reclamavam dessas características e algumas ainda compartilharam comigo o desejo de trocar de empresa.
Aqueles que olham para o lado negativo do seu ambiente de trabalho com frequência são profissionais que tendem a reclamar e promover seus pensamentos e sentimentos de insatisfação para que seus colegas compartilhem do mesmo.

Podem estar neste grupo pessoas que atendem as expectativas da empresa, ou seja, executam suas tarefas, porém o fazem sempre lembrando o que existe de errado naquele local. Um ponto em comum dessas pessoas, que eu tenho encontrado, é que 99% das vezes as reclamações são feitas para quem não é responsável por resolver os problemas, ou seja, para terceiros, como pares e liderados. E, ainda, o levantamento de tais problemas não vem seguido de uma proposta de solução, de uma descrição de ações que contribuirão para resolver o problema.

Esses são os especialistas em focar a ‘área de incoerência. É provável que você já tenha entendido que ‘área de Incoerência’ é tudo que ‘sua empresa tem de errado’, tudo o que poderia ser diferente, tudo que todo mundo já sabe que não está a contento. Por exemplo, se nosso País fosse uma empresa, a área de incoerência poderia ser o “jeitinho brasileiro” de querer tirar vantagem, a burocracia dos processos, os altos impostos etc.

Agora, de que adianta fazer parte da imensa maioria de cidadãos que sabe apenas elencar os problemas? De que contribui olhar apenas com esse foco?

É claro que não estou dizendo para não olhar ou discutir sobre os problemas do nosso país ou da sua empresa, por exemplo. A questão é: o que você foca aumenta! Se você estiver focando em tudo de ruim que está a sua volta, de repente, você vai se ver trabalhando no pior lugar do mundo.

Um filtro de pensamento seria pertinente como estratégia para quebrar esse ciclo. Frente a um problema, questione: esse problema tem solução? Ótimo, vamos discuti-lo e traçar um plano de resolvê-lo. Não tem solução? Então vamos ter gratidão pelo que temos de bom, seja pelo clima organizacional, pela liberdade de se propor melhorias nessa área, pelo aprendizado que a empresa proporciona, enfim, vamos olhar para ‘área de realização’. Vamos reforçar os aspectos que já temos de bom.

Promover, compartilhar e divulgar isso.

É tarefa do líder é direcionar as pessoas para que enxerguem a ‘área de realização’ da empresa onde atuam. Quanto maior a sensação do liderado de que ele trabalha num bom lugar, quanto mais ele reconhece as “coisas boas” da função, da área, da empresa, mais ele estará à disposição para desempenhar no seu melhor.

Renato Curi – é sócio-consultor da Crescimentum, empresa de treinamentos e consultoria especializada em desenvolvimento de líderes empresariais.
7 hábitos que tornam você infeliz e incompleto

A única maneira de ter uma vida feliz e realizada é vivê-la ao máximo um dia de cada vez

Fazemos muitas coisas para sermos felizes, mas não importa o que fazemos ou o quanto conquistamos, às vezes ainda nos sentimentos miseráveis e incompletos. Ser feliz não é apenas sobre fazer mais, mas fazer as coisas certas.

O site Lifehack listou sete coisas que você (provavelmente) não está fazendo e, por isso, se sente infeliz, miserável e incompleto na maior parte do tempo. Confira:

1. Você não descobriu seu propósito

As pessoas mais felizes e mais satisfeitas são aquelas que acordam sabendo o que vão fazer a cada dia. Elas sabem o que as deixam felizes, o que as excita e isso é o que dá sentido às tarefas do seu trabalho. Se você está se sentindo infeliz e preso ao seu trabalho é porque ainda não descobriu o te move. Não tenha medo de fazer essa incrível descoberta e, se necessário, começar tudo de novo.

2. Você não sabe qual o seu potencial

Não importa qual seja o seu propósito, persegui-lo nem sempre é um mar de rosas. Haverá dias que você não se sentirá com vontade de trabalhar, vai estar desanimado com seus resultados ou a falta deles e é por isso que as pessoas desistem de seus propósitos. Quando você sabe o que pode realizar, também é capaz de se esforçar para atingir o máximo do seu potencial mesmo que apareçam os maiores obstáculos no caminho.

3. Você não está recebendo amor

Muitas pessoas se sentem infelizes porque procuram o amor e aprovação de outras pessoas. Elas buscam afirmação de chefes, colegas e outras pessoas. Elas procuram constantemente por amor nos lugares errados. Abra-se e receba o amor que já está disponível para você e você vai perceber o quão abençoado realmente é. Existem pessoas que te amam mais do que você sabe e eles te amam incondicionalmente. Você apenas tem que olhar nos lugares certos.

4. Você não está dando amor

Ao contrário da maioria de nós, atletas e celebridades não têm nenhum problema de receber o amor de outras pessoas. Mas, muitos deles caem em depressão e dependência. Mesmo no auge de suas carreiras, muitos atletas e celebridades se tornam infelizes. Por quê? Porque assim balões como recebem ar, eles recebem muito amor até que simplesmente estouram. As pessoas não são projetados para apenas receber amor, mas também para dar amor. Elas têm uma profunda necessidade de fazer a diferença.

5. Você não assume responsabilidades

Costumávamos depender de nossos pais para decisões importantes em nossas vidas, como qual escola se matricular em que rumo tomar. Dependemos até mesmo dos nossos chefes para nos dar direção para nossas vidas. Então, perguntamos por que se sentir miserável e culpar outras pessoas! Mas a realidade é que eles não assumem o controle de nossas vidas.
Damos-lhes o controle. As pessoas felizes e satisfeitas tomam de volta o controle das outros pessoas. Elas pegam de volta a responsabilidade por suas vidas. Eles fazem suas próprias escolhas e as suas próprias decisões. Eles agem e vivem a vida que eles querem, não o que os outros querem viver. Não permita que ninguém ou nada possa impedi-lo de prosseguir com o seu propósito.

6. Você não consegue se livrar de crenças limitantes e responsabilidades auto-impostas

Na maioria das vezes, não são as outras pessoas que estão impedindo você de alcançar a grandeza dentro de você. Na maioria das vezes, é você que impede a si mesmo, desencorajando a conversa interior. Deixe de lado suas crenças limitantes. As coisas podem não ser tão fáceis como parecem ser. Mas, elas não são tão duro como você acha que são. Você provavelmente irá ter sucesso no que você tenta. É só tentar. Além disso, deixe de lado suas responsabilidades auto-impostas. O mundo tem muitos problemas, mas não é você que irá resolver todos eles.

7. Você não está focando no momento presente

Muitas pessoas são infelizes porque estão muito presas no passado ou vivendo muito longe no futuro. Elas estão presos em suas mágoas ou na glória do passado, se preocupando muito com as coisas que provavelmente não vão acontecer, ou com o futuro sucesso, portando não podem desfrutar do que já têm. A única maneira que você pode viver uma vida feliz e realizada é vivê-la ao máximo um dia de cada vez.

Por: Redação, Administradores.com