![]() |
| Clarice Matsubara Colunista da Mac Assessoria |
Pelas
altas taxas embutidas e impostos exorbitantes, o carro passou a ser artigo de
luxo. Ao final do pagamento de um financiamento de um veículo compacto 1.0
pagou-se o valor de um veículo minivan 1.4. O que move a venda de tantos carros
novos? Não importa o quão difícil seja a escalada e o sacrifício necessário
para aquisição deste bem. A justificativa inconsciente é o status que confere
um carro novo. Quanto mais novo o modelo e acessórios caros, melhor. Não
há mal algum em se ter aquilo que deseja desde que seja bem planejado.
Planejando conseguirá o veículo dos seus sonhos. Neste caso, há de se ter
paciência. Muitos ainda torcem o nariz para o consórcio, mas não há forma
melhor para não se pagar juros. O raciocínio é muito simples. Em um plano de
consórcio paga-se o valor vigente total do bem, acrescido de taxas de
administração e de fundo de reserva. O total destes três itens corresponde a
100% do plano. Um grupo constituído de “n” participantes que mensalmente
cotizam-se para ajudar um ou dois participantes para retirar um veículo, por
sorteio ou por lance. É uma ajuda mútua, um investimento. Pensemos desta forma,
em uma poupança investe-se visando lucro (juros, rendimento). Em um consórcio
poupa-se tal qual em uma poupança e deixa de se pagar juros. Você estará
poupando para retirar seu carro. Comparativo: O aumento dos veículos nos
últimos 5 anos foi muito baixo, principalmente, devido à redução do IPI nos 2
últimos anos. Ao retornar não atingirá a casa dos 10%, isto para os tops da
linha nacional. Em um financiamento de 5 anos paga-se aproximadamente 20% de
juros. Então, que tal repensar o consórcio?
Criadora do Blog: Tomate Poema

Nenhum comentário:
Postar um comentário